Este artigo analisa e comenta as diretrizes que foram estabelecidas pelos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN), e pelos Parâmetros Curriculares Nacionais no ensino-aprendizagem de Língua Estrangeira (PCN-LE), mais precisamente o inglês, ambos para o Ensino Fundamental de forma a ressaltar a importância do ensino da língua inglesa.
Blog de combate ao monolinguísmo e de ferramenta de manifesto e divulgação de uma grande problema social brasileiro. Espero sensibilizar o poder privado e público para investir no desenvolvimento do aprendizado de inglês e do espanhol, de forma séria e eficaz, capacitando profissionais e pessoas e capacitando o Brasil para ser um país de primeiro mundo.
quarta-feira, 28 de julho de 2010
Modernidade, modernização e o ensino de língua inglesa no Exército Brasileiro
Vale a pena ler este artigo: http://www.ensino.eb.br/portaledu/conteudo/artigo7782.pdf
INCLUSÃO SOCIAL
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Inclusão social é um conjunto de meios e ações que combatem a exclusão aos benefícios da vida em sociedade, provocada pela diferença de classe social, origem geográfica, educação, idade, existência de deficiência ou preconceitos raciais. Inclusão Social é oferecer aos mais necessitados oportunidades de acesso a bens e serviços, dentro de um sistema que beneficie a todos e não apenas aos mais favorecidos no sistema meritocrático em que vivemos.
Portadores de necessidades especiais no Brasil
A inclusão social orientou a elaboração de políticas e leis na criação de programas e serviços voltados ao atendimento das necessidades especiais de deficientes nos últimos 50 anos. Este parâmetro consiste em criar mecanismos que adaptem os deficientes aos sistemas sociais comuns e, em caso de incapacidade por parte de alguns deles, criar-lhes sistemas especiais em que possa, participar ou "tentar" acompanhar a ritmo dos que não tenham alguma deficiência específica.Tem sido prática comum deliberar e discutir acerca da inclusão de pessoas com algum tipo de deficiência: mencionando direitos inerentes a uma deficiência específica, abrangendo todos os direitos de forma generalizada, embrulhando-os, sem maiores cuidados em mostrar detalhadamente estes.
Assim a sociedade modificará em suas estruturas e serviços oferecidos, abrindo espaços conforme as necessidades de adaptação específicas para cada pessoa com deficiência a serem capazes de interagir naturalmente na sociedade. Todavia, este parâmetro não promove a discriminação e a segregação na sociedade. A pessoa com deficiência passa a ser vista pelo seu potencial, suas habilidades e outras inteligências e aptidões.
Desta forma é proposto o paradigma da inclusão social. Este consiste em tornar toda a sociedade um lugar viável para a convivência entre pessoas de todos os tipos e inteligências na realização de seus direitos, necessidades e potencialidades.
Por este motivo, os inclusivistas (adeptos e defensores do processo de inclusão social) trabalham para mudar a sociedade, a estrutura dos seus sistemas sociais comuns e atitudes em todos os aspectos, tais como educação, trabalho, saúde, lazer.
Sobretudo, a inclusão social é uma questão de políticas públicas, pois cada política pública foi formulada e basicamente executada por decretos e leis, assim como em declarações e recomendações de âmbito internacional (como o Tratado de Madrid).
Por estas razões, surge a necessidade de uma atualização das diversas políticas sociais. Ora se sobrepondo em alguns pontos ora apresentando lacunas históricas, muitas das atuais linhas de ação estão em conflito ideológico com as novas situações, parecendo uma colcha de retalhos.
Existem hoje em todo mundo cerca de 500 milhões de pessoas com deficiência. De acordo com o Censo Demográfico de 2000 (IBGE), 25 milhões de brasileiros, 14,5 % da população, têm algum tipo de deficiência. São homens, mulheres, crianças e jovens que, em muitos casos, não têm assegurados seus direitos mais básicos: de ir e vir, de estudar, ao lazer. Se somarmos a estes números os familiares, amigos e profissionais da área, podemos concluir que uma importante fatia da população tem que lidar e também sofre com as dificuldades impostas ao deficiente.
É necessário mudar o prisma pelo qual são observados os direitos já ordenados e os que precisam ser acrescentados, substituindo totalmente o paradigma que até então é utilizado, até mesmo inconscientemente, em debates e deliberações.
A inclusão social, é um processo para a construção de um novo tipo de sociedade, através de transformações, pequenas e grandes, nos ambientes físicos (espaços internos e externos, equipamentos, aparelhos e utensílios mobiliário e meios de transporte) e na mentalidade de todas as pessoas, e portanto, também do próprio portador de necessidades especiais.
O processo de inclusão vem sendo aplicado em cada sistema social. Assim, existe a inclusão na educação, no lazer, no transporte, etc. Quando isto acontece, podemos falar em educação inclusiva, no lazer inclusivo, no transporte inclusivo e assim por diante. Uma outra forma de referência consiste em dizermos, por exemplo, educação para todos, lazer para todos, transporte para todos.
Quanto mais sistemas comuns da sociedade adotarem a inclusão mais cedo se completará a construção de uma verdadeira sociedade para todos – a sociedade inclusiva.
Barreiras para a inclusão social
Em um mundo cheio de incertezas, o homem está sempre em busca de sua identidade e almeja se integrar à sociedade na qual está inserido. Há, no entanto, muitas barreiras para aqueles que são portadores de deficiência, em relação a este processo de inclusão. Geralmente, as pessoas com deficiência ficam à margem do convívio com grupos sociais, sendo privados de uma convivência cidadã. No Brasil, a Lei Federal n° 7853, de 24 de outubro de 1989, assegura os direitos básicos dos portadores de deficiência. Em seu artigo 8º constitui como crime punível com reclusão (prisão) de 1 a 4 anos e multa, quem:
- Recusar, suspender, cancelar ou fazer cessar, sem justa causa, a inscrição de aluno em estabelecimento de ensino de qualquer curso ou grau, público ou privado, porque é portador de deficiência.
- Impedir o acesso a qualquer cargo público porque é portador de deficiência.
- Negar trabalho ou emprego, porque é portador de deficiência.
- Recusar, retardar ou dificultar a internação hospitalar ou deixar de prestar assistência médico-hospitalar ou ambulatória, quando possível, a pessoa portadora de deficiência.
Apesar de atualmente a maioria dos países apresentar alguma legislação que assegura os direitos de todos os cidadãos igualmente, poucas sociedades estão preparadas para exercer a inclusão social em plenitude. Pessoas com dificuldades de locomoção enfrentam barreiras para utilizar os transportes públicos e para ter acesso a prédios públicos, inclusive escolas e hospitais.
A necessidade de se construir uma sociedade democrática e inclusiva, onde todos tenham seu lugar é um consenso. Segundo especialistas, o Brasil é um dos países que tem uma das legislações mais avançadas sobre acessibilidade. O crédito vai, principalmente para a luta do movimento de pessoas com deficiência que compreenderam que a acessibilidade é um dos meios para se alcançar a inclusão social. O que deve ser feito já está previsto no Decreto Federal 5296/2004, conhecido como Lei de Acessibilidade, e em muitas outras normas. Mas a lei nem sempre é cumprida e, na realidade uma parte significativa da população ainda vive à margem.
Uma das reclamações mais comuns, por exemplo, é a falta de conscientização de quem usa o estacionamento destinado aos deficientes. Assegurar os direitos sociais da pessoa com deficiência, criando condições para promover sua autonomia, inclusão social e participação efetiva na sociedade deve ser uma luta diária e de cada um de nós.
Muitas pessoas e instituições estão trabalhando pela inclusão social e a informação é uma das grandes armas contra a discriminação.
Cláudia Werneck, idealizadora e presidente da Escola de Gente – Comunicação em Inclusão acredita que incluir não é simplesmente colocar para dentro quem está fora. “O conceito de inclusão nos ensina não a tolerar, respeitar ou entender a deficiência, mas sim a legitimá-la, como condição inerente ao ‘conjunto humanidade’. Uma sociedade inclusiva é aquela capaz de contemplar sempre, todas as condições humanas, encontrando meios para que cada cidadão, do mais privilegiado ao mais comprometido, exerça o direito de contribuir com seu melhor talento para o bem comum.”, analisa. A Escola de Gente nasceu em 2000 e trabalha para transformar a sociedade em um ambiente inclusivo, por meio de ações de direito e de comunicação.
Em países desenvolvidos é cada vez mais freqüente a presença na vida socialmente ativa de pessoas que antes eram excluídas e/ou marginalizadas. Por outro lado, nos países em desenvolvimento os avanços têm sido menos acentuados, parcialmente devido ao custo financeiro que determinadas mudanças exigem. No entanto, ao redor do mundo há atualmente uma mudança significativa na concepção de inclusão social.
Triste mundo, que veste quem está vestido e despe quem está nu
terça-feira, 20 de julho de 2010
sexta-feira, 16 de julho de 2010
BM vai aumentar efetivo e investir no aprendizado de idiomas visando a Copa de 2014
RS deverá ter reforço de aproximadamente 3 mil policiais militares, segundo comandante
O plano estratégico da Brigada Militar visando a segurança da Copa do Mundo de 2014 foi apresentado nesta sexta-feira e prevê aumento no efetivo da corporação no Estado. Segundo o comandante geral da Brigada Militar, coronel João Carlos Trindade, a intenção é que aproximadamente 3 mil novos brigadianos estejam incorporados e qualificados entre o final de 2012 e 2013. Também haverá investimento no aprendizado de idiomas como itens fundamentais para os novos policiais.Segundo o coronel Trindade, a elaboração do concurso já está em andamento para que haja tempo suficiente. Ele descartou a necessidade de solicitar auxílio, como da Força Nacional de Segurança, para participar do policiamento durante a Copa no Estado. No mês de setembro, representantes da polícia e dos bombeiros da África do Sul devem vir à Porto Alegre para repassar experiências adquiridas no último mundial.
MONOLINGÜISMO
O monolingüismo é um facto sociolingüístico, psicológico e cognitivo sócio ao facto de falar só um idioma. É o oposto do bilingüismo e do multilingüismo.
ENTREVISTA DE CAIO CARVALHO - PRESIDENTE DA SPTUR
Assista abaixo a entrevista de Caio Luiz de Carvalho - Presidente da SPTUR:
http://www.youtube.com/watch?v=yT7qXGEi8S8
ENGLISH NEXT
Para saber um pouco mais sobre o futuro do ensino de Inglês leia:
http://www.britishcouncil.org/learning-research-english-next.pdf
Assista também este vídeo sobre Inglês na Índia: http://vimeo.com/10414323
Abs
http://www.britishcouncil.org/learning-research-english-next.pdf
Assista também este vídeo sobre Inglês na Índia: http://vimeo.com/10414323
Abs
MONOLINGÜISMO: O ANALFABETISMO DOS TEMPOS ATUAIS
Wer fremde Sprachen nicht kennt, weiß nichts von seiner eigenen.
Aquele que não conhece uma língua estrangeira, não conhece a sua própria.
(Johann Wolfgang v. Goethe, 1821)
Aquele que não conhece uma língua estrangeira, não conhece a sua própria.
(Johann Wolfgang v. Goethe, 1821)
INTRODUÇÃO
O analfabetismo, que era comum até o século passado, que passou a ser inaceitável e combatido no século XX, e que ainda hoje paira vergonhosamente sobre os países menos desenvolvidos, pode estar com seus dias contados mas já tem um substituto não menos ameaçador: o monolingüismo.
A história, ao eleger o inglês como língua do mundo, sentenciou o monolingüismo nos países de língua não-inglesa a se tornar o analfabetismo do futuro. Basta compararmos a importância de se falar uma língua estrangeira, 50 anos atrás, com a necessidade hoje da pessoa ser bilíngüe, para podermos entender a ameaça que o monolingüismo representará quando nossos filhos tornarem-se adultos.
A revolução nas telecomunicações proporcionada pela informática, pela fibra ótica, e por satélites, despejando informações via TV ou colocando o conhecimento da humanidade ao alcance de todos via Internet, cria para o ser humano uma segunda esfera de atuação e convívio: a comunidade global.
INSTRUMENTO DE FORMAÇÃO ACADÊMICA E PORTA PARA O MERCADO DE TRABALHO
Nas comunidades locais o homem continuará falando suas línguas nativas. A comunidade global, entretanto, fonte de informação e de conhecimento, bem como meio de realização profissional do homem moderno, exige um meio de comunicação único. Quem não o falar, estará parcialmente excluído da comunidade global e de seu mercado de trabalho.
VOZ POLÍTICA
Além disso, neste mundo já globalizado mas ainda padecendo de graves problemas, o caminho da palavra inteligente se sobrepõe ao da agressão e se apresenta como a única alternativa. Quanto antes conseguirmos expressar nossos pontos de vista em linguagem convincente, no idioma da maioria, tanto melhores nossas chances de sermos ouvidos para defendermos nossos interesses e combatermos injustiças e posturas conservadoras, protecionistas, discriminadoras e etnocêntricas. Proficiência em línguas e culturas estrangeiras é ferramenta indispensável na resolução de conflitos internacionais.
HABILIDADES COGNITIVAS AMPLIADAS E PAZ MUNDIAL
Bilingüismo, entretanto, não é apenas um instrumento acadêmico, uma ferramenta profissional e uma voz política. Além de meio de comunicação, bilingüismo é aptidão multicultural - versatilidade de estruturar o pensamento por diferentes vias e de interpretar realidades sob diferentes óticas. Dessa forma, bilingüismo ou multilingüismo representam habilidades cognitivas superiores - sensibilidades e percepções ampliadas que permitem entender diferenças e aprofundar o autoconhecimento, flexibilizando julgamentos e funcionando como catalisadores do entendimento entre as nações e da paz mundial.
O CAMINHO
O período ideal para tornar a pessoa bilíngüe é a infância ou a adolescência. Pesquisas no campo da neurolingüística, da psicologia e da lingüística já demonstram que, por fatores de ordem biológica e psicológica, quanto mais cedo, melhor. O ritmo de assimilação das crianças não só é mais rápido, como o teto, mais alto. Além disso, até os 12 ou 14 anos de idade a criança ainda tem a capacidade de assimilar o idioma estrangeiro ao mesmo nível da língua materna. (Leia aqui mais sobre este tema).
É portanto grande a responsabilidade dos pais ao colocarem seus filhos que ainda não atingiram esta idade crítica, em clubes, cursinhos ou escolinhas que oferecem inglês com instrutores cuja proficiência seja limitada. Desvios que normalmente caracterizam aquele que não é nativo, serão assimilados pela criança, causando danos irreversíveis. Seria como colocar a gema bruta nas mãos de um lapidador aprendiz. (Leia aqui mais sobre este tema).
É grande também a responsabilidade das escolas primária e secundária em cumprirem com a obrigação que lhes compete: proporcionar todas as qualificações básicas necessárias ao indivíduo da sociedade moderna, inclusive fluência em língua estrangeira, erradicando assim o monolingüismo. (Leia aqui mais sobre este tema).
Finalmente, é grande a responsabilidade do poder público em reformular o ensino superior na área de línguas e abrir as fronteiras culturais, incentivando a vinda de falantes nativos através de um enquadramento legal específico e burocracia simplificada, bem como promovendo a isenção fiscal de organizações voltadas ao intercâmbio lingüístico e cultural. (Leia aqui mais sobre este tema).
Assinar:
Comentários (Atom)


